Confesso que comprei o livro só porque achei graca ao título...
E agora achei que nao podia ser mais adequado...
A verdade é que foi, de facto, em Viena, que bebi aquele que continua a ser o melhor café de que tenho memória. E isto apesar de nao ter saído da Estacao, de nem ter estado cá tempo suficiente para chegar a uma conclusao sobre a taxa de cambio (na altura nao havia euros). Apesar daquele expresso poderoso, épico!, que havia em Praga atrás da Sinagoga... provavelmente o melhor café do mundo: aroma, temperatura... até a loica! - tudo era perfeito... um centímetro de creme por cima, um milénio de história por trás...
Mas este de Viena ficou na memória com o estatuto de "melhor", porque na altura nao consegui concluir se custava oitenta ou oitocentos escudos - e isso também tem o seu que de épico...
Sem comentários:
Enviar um comentário